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11 de jan. de 2012

O que é Transtorno Mental. 

        Muitas pessoas me perguntam o que é, e como se desencadeia o transtorno mental. Neste questionamento parece implícito certo receio das pessoas em vir a ser portadoras deste tipo de enfermidade. Na realidade, o medo advém do fato de se perceber o quão tênue é a separação entre o normal e o patológico. Esse medo advém também do fato da doença mental ter sido percebida e interpretada de diversas maneiras ao longo da história e comumente ter sido tratada de formas cruel.
      Durante longos séculos a “loucura” recebeu explicações sem nenhuma base científica, sendo considerada através de abordagens metafísicas, mágicas ou religiosas. Muitas culturas atribuíam a doença mental a possessões demoníacas, castigo dos deuses, e não raramente essas pessoas eram castigadas e suas famílias estigmatizadas pelas comunidades as quais pertenciam. Isto reforçou preconceitos e estigmas. Primeiramente devemos entender porque falamos em transtornos mentais e não em doenças mentais? Em medicina, são consideradas doenças as alterações da saúde que tem uma causa determinada, com a ocorrência de alterações físicas detectáveis.
      O termo transtornos, por outro lado, é reservado para designar agrupamentos de sinais e sintomas associados a alterações de funcionamento sem origem conhecida. Os transtornos mentais, em geral resultam da soma de muitos fatores como: Alterações no funcionamento do cérebro; Fatores genéticos; Fatores da própria personalidade do indivíduo; Condições de educação; Ação de um grande número de estresses; Agressões de ordem física e psicológica; perdas, decepções, frustrações e sofrimentos físicos e psíquicos que perturbam o equilíbrio emocional. Assim, podemos então afirmar que os transtornos mentais não têm uma causa precisa, específica, mas que são formados por fatores biológicos, psicológicos e sócio-culturais. É fato reconhecido que fatores genéticos e ambientais convirjam para este tipo de adoecimento. A hereditariedade é um aspecto importante a ser considerado, já que muitos desses pacientes apresentam histórico familiar de distúrbios mentais e, portanto, uma predisposição genética. Entretanto, é comum que os transtornos mentais na família se manifestem de forma diferente, por exemplo, um pode manifestar em Depressão, o outro em Transtorno do Pânico e um terceiro em Transtorno Bipolar. Em relação a este aspecto o questionamento é como se poderia explicar o fato de que certos familiares com a mesma carga genética não adoecerem, enquanto outros desenvolvem transtornos mentais graves. A resposta seria que, embora a genética seja importante, ela não é o fator preponderante. Estão em jogo aí outros fatores como ambientais, educação, temperamento, personalidade, hábitos de vida, traumas, estrutura mental, que podem tanto atuarem como proteção ou fator desencadeante da doença mental. 
      É importante esclarecer que um comportamento anormal ou um curto período de anormalidade do estado afetivo não significa, em si, a presença de distúrbio mental ou de comportamento. Para serem categorizadas como transtornos, é preciso que essas anormalidades sejam persistentes ou recorrentes e que resultem em certa deterioração ou perturbação do funcionamento pessoal, em uma ou mais esferas da vida. 
     Diferentes modos de pensar e se comportar, entre diferentes culturas, podem influenciar a maneira pela qual se manifestam os Transtornos Mentais. Assim, as variações normais determinadas pela cultura não devem ser rotuladas como Transtornos Mentais, da mesma forma como, também, não podem ser tomadas como indicações de distúrbio mental as crenças sociais, religiosas e/ou políticas. Assim, podemos dizer que transtornos mentais são alterações do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa na vida familiar, na vida social, na vida pessoal, no trabalho, nos estudos, na compreensão de si e dos outros, na possibilidade de autocrítica, na tolerância aos problemas e na possibilidade de ter prazer na vida em geral. É aí que entram dois conceitos importantes, a resiliência e a vulnerabilidade da pessoa ao estresse, ou seja, sua incapacidade de resistir às pressões, traumas e desgostos da vida, aos quais todos nós estamos expostos.
      Finalmente temos os chamados fatores de proteção, ou seja, aqueles que agem contra as condições estressantes, "fortalecendo" o indivíduo contra os transtornos mentais: os fatores de apoio social, que se referem sobretudo ao meio ambiente e à rede social da pessoa. 

                        Profa.Dra. Edna Paciência Vietta
                                  Psicóloga Clínica
Culpa ou neurose? 

      A noção de culpabilidade é extremamente complexa porque envolve diversos aspectos, entre eles: o filosófico, teológico e o psicológico. A angústia e a culpa são fatores dominantes na vida dos seres humanos. No enfoque psicanalítico, podemos dizer que existe uma dicotomia entre o que o indivíduo gostaria de ser - Eu ideal – e o que realmente ele é – Eu real – acarretando, desta forma, o sentimento de culpa pelo fato de ser o que não se é – culpa existencial. No aspecto religioso, esse sentimento de culpa parece originar-se do não cumprimento das regras advindas das leis morais “divinas”.
     A idealização do ser humano, como ser correto, perfeito e virtuoso, é desmistificada. O homem é tomado como um pecador, ou seja, aquele que cometeu um ato contrário à verdade, ferindo a si e/ou ao próximo, acarretando-lhe a culpa e a necessidade de se redimir para livrar-se desse mal. 
      No enfoque psicanalítico, o sentimento de culpa expressa um conflito existente entre o Id e o Superego, tendo como mediador o Ego, que deve serviço a três grandes senhores: o mundo externo, a libido do Id e a severidade do Superego. O Id deseja uma determinada coisa e o Superego (valores dos pais e da cultura incorporados durante a infância) opõe-se ao cumprimento de tais desejos. Esse conflito estrutural a que chamamos de culpa é totalmente inconsciente; conseqüentemente dele, surge como sintomatologia psicopatológica à necessidade de punição ou de castigo.
     Existem em algumas pessoas sentimentos de culpa que não correspondem à angústia e à consciência do pecado, isto é, não há uma culpa objetiva. Esses sentimentos são objeto de estudo da psicoterapia. O sentimento patológico de culpa difere do sentimento do pecado.
     Para Freud, o sentimento de culpa tem origem na infração às leis inconscientes do Superego, portanto, a sua raiz está no próprio inconsciente e no doente, que desconhece sua a causa de sua angústia, projetando-a sobre faltas reais ou imaginárias. O remorso pelo pecado real é bem definido, límpido, destacando-se com nitidez para a consciência. 
     Assim diante dessas colocações, nota-se que se distingue sentimento de culpa e pecado por infrações inconscientes e conscientes, respectivamente. Desta forma, a religião é um recurso para aperfeiçoamento do homem e da salvação de sua alma. O neurótico corre o grave risco de criar uma falsa espiritualidade, uma falsa moralidade, que o impedirá de desfrutar de uma vida boa, voltada para a busca do progresso com vista a perfeição. Ele é guiado por motivações inconscientes de caráter egocêntrico, isto é, mais do que ao serviço do próximo e dos valores, funciona ao serviço do eu. O neurótico confunde o ideal perfeito com a impecabilidade, ama apenas o eu idealizado e ilude-se julgando amar o próprio ideal, sem encontrar paz e equilíbrio. Tem uma religião exclusivamente de temor angustioso de Deus e por isso é duro, rígido para com os outros, a quem procura se impor. Mostra sentimentos de culpabilidade independentes do mal realmente cometido e, assim, angustia-se por faltas sem importância, abandona-se facilmente à tristeza e aos sentimentos de insuficiência. O fato que todas as psicoterapias reconhecem uma estreita relação entre as neuroses e a vida moral do sujeito. Assim, do ponto de vista da psicanálise, quanto ao controle instintual, da moralidade, pode-se dizer que o Id é totalmente amoral; o Ego se esforça por ser moral e o Superego é super-moral e pode tornar-se tão cruel quanto somente o Id pode ser. Daí, ser importante, o reconhecimento da própria culpa, como fruto de uma autocrítica e reconhecimento da falta. Pois neste sentido, o homem toma consciência da ruptura existente entre o que desejaria ser - Eu-Ideal - e o que realmente é - Eu-Real.
      O remorso surge como uma primeira tentativa para aliviar essa dor, podendo levar o homem à harmonia interior ou ao desespero. É importante distinguir entre o remorso advindo do pecado e a angústia advinda do sentimento de culpa, pois, o esclarecimento do homem quanto as suas transgressões internas e/ou externas pode propiciar maior compreensão de si, de seu funcionamento psíquico e a busca de novos caminhos para o aperfeiçoamento de suas virtudes.

                        Profa.Dra. Edna Paciência Vietta
                                    Psicóloga Clínica
A verdade está no meio termo 

 "A principal coisa na vida é não ter medo de ser humano" ( Pablo Casals) 

      O psiquiatra argentino Hugo Marietán define a pessoa perfeccionista como aquela que se esforça para melhorar o êxito de seu objetivo seguindo um padrão ideal. São pessoas que tendem dar importância exagerada a tudo e nunca se sentem satisfeitas. Ocupam-se mais do que necessário em pequenas tarefas e tendem a ficar com a sensação de que poderiam ter feito ainda melhor.
      Se você for um perfeccionista, é provável que tenha aprendido cedo na vida que as pessoas sempre o avaliariam pelo quanto você realizaria ou conseguisse produzir. A partir daí você passou a acreditar que só será aceito se produzir com perfeição. Em conseqüência, você aprendeu a avaliar-se somente na base da aprovação das outras pessoas. Assim sua auto-estima pode estar sendo baseada primeiramente em padrões externos. Isto pode deixá-lo vulnerável e excessivamente sensível às opiniões e as criticas dos outros. Na tentativa de proteger-se de possíveis críticas, você pode concluir que ser perfeito é sua única alternativa. 
     O perfeccionismo ao qual nos referimos é aquele que nos desgasta, levando-nos a uma série de problemas em nível pessoal, conjugal, social, profissional, etc, está relacionado a arrogância e ao medo de errar, ou seja, para o perfeccionista tudo deve ser perfeito, ele não admite erro, mudanças. Geralmente, defende sua posição analisando somente a dicotomia perfeição-displicência. É 8 ou 80. Sim ou não. Para o perfeccionista não tem meio termo. É tudo ou nada. Não raro, está mais preocupado em manter as aparências, em se mostrar superior. Nesta conotação o perfeccionista jamais admitirá que sua verdadeira preocupação seja com a opinião alheia, há um medo de que suas falhas sejam expostas, de que descubram que ele é tão normal quanto qualquer ser humano. O ideal é encontrar um equilíbrio. 
      O perfeccionista espera que todos ao redor sejam perfeitos e se incomoda quando não consegue aplicar aos outros suas regras de disciplina. À primeira vista o perfeccionismo parece ser algo positivo, pois ele pode ser usado como uma força propulsora para o bem. As pessoas de seu convívio, muitas vezes, não conhecem suas expectativas, o que gera tensão com familiares, amigos e colegas, além de um grande sentimento de raiva. Em geral, o perfeccionista é detalhista, meticuloso e caprichoso em suas ações. 
   A sociedade normalmente valoriza alguns traços comuns ao perfeccionista, como, por exemplo, a responsabilidade, a pontualidade, o esmero e assim por diante. No passado, o perfeccionismo era até visto como um aspecto positivo e acreditava-se que ele contribuiria para o sucesso profissional das pessoas. Contudo, o problema do perfeccionismo vem à tona quando o seu possuidor não atinge o alvo proposto para si mesmo. Além do mais, a busca do resultado perfeito pode interferir negativamente nas realizações profissionais do perfeccionista, pois se gasta tanto tempo em revisões que a produtividade fica comprometida. O universo pessoal do perfeccionista pode ser tomado por frustrações contínuas, o que o conduz a um estado de tristeza, culpa e até mesmo autodesprezo.
      Há dois tipos de perfeccionistas. O primeiro é o introspectivo, ou seja, aquele que apresenta pouca auto-estima e confiança própria e para quem qualquer erro equivale à desaprovação dos outros. O segundo é o extrospectivo, ou seja, aquele que não apresenta baixa auto-estima, porém, não confia nas habilidades ou capacidades dos outros ao seu redor. Logo, este segundo tipo não consegue delegar e exige sistematicamente das outras pessoas a perfeição que requer de si mesmo. 
     Muitos de nós somos perfeccionistas, ou seja, queremos fazer o certo com exagerada preocupação em não falhar em nada. A busca da perfeição é diferente de ser perfeccionista. Estar sempre buscando melhorar é muito bom, mas admitir que somos imperfeitos é sermos humildade, é saber que podemos errar. O homem Ansioso pode desenvolve um transtorno Obsessivo-compulsivo no qual o perfeccionismo é um dos mais incômodos sintomas. Em psicologia a verdade, ou, o equilíbrio está no meio termo.

                                 Profa Dra Edna Paciência Vietta
                                          Psicóloga Clínica
O Homem moderno e seu estilo de vida: entre o “Ter e o Ser”

 "O Homem , na ânsia de ter, se esqueceu de ser" (Seneca) 

      O mundo moderno, obcecado pela tecnologia, produtividade, consumismo e bens materiais, privilegia os valores da matéria e do corpo em detrimento dos valores da alma. Por isso, é um mundo onde existe pouca ou nenhuma paz. Daí tanta inquietação, tanta pressa, tanto estresse, tantos conflitos. 
      A partir do pensamento de Erich Fromm poderíamos considerar a história da humanidade como o embate simbólico entre o “Ser” e o “Ter”, dois verbos que, apesar da proximidade fonética, evidenciam, entretanto, um enorme distanciamento valorativo. Em nossa sociedade tecnocrática, “Ter” se tornou uma disposição hegemônica, comandando as nossas ações e valores através do postulado de que uma pessoa pode ser avaliada por aquilo que ela possui e não por aquilo que ela “é”, isto é, por suas qualidades singulares
      Há quem afirme a era moderna como a idade da Ansiedade, associando a este acontecimento psíquico a agitada dinâmica existencial da modernidade; sociedade industrial. Sentiríamos muito menos sofrimento e inquietações se conseguíssemos o equilíbrio para racionalizar o grau de importância que esses bens de consumo representam em nossas vidas... Consumir é uma forma de ter, e talvez a mais importante da atual sociedade abastada industrial. Consumir apresenta qualidades ambíguas: alivia ansiedades, porque o que se tem não pode ser tirado; mas exige que se consuma cada vez mais, pois o consumo anterior logo perde a sua característica de satisfazer.
      Os consumidores modernos podem identificar-se pela fórmula: Eu sou = o que tenho e o que consumo Vejamos: Você usa tudo que você possui? Dê uma olhada em sua casa, no seu guarda-roupas... você realmente utiliza tudo que compra? Necessita do que compra ou compra apenas para satisfação do seu Ego? Experimente quando se encontrar numa situação de "compra eminente", se questionar: Preciso realmente disto ou posso viver sem? Talvez você descubra que boa parte do que adquire é desnecessário. E na luta do "ter" em detrimento do "ser" acabamos por não valorizar o que temos. Com isto não queremos dizer que o ter seja desprezível senão que seja bem utilizável para o bem de todos. Um não precisa ser a negação do outro; quem é pode ter e quem tem pode ser. A pessoa pode ter e ser, ou ser e ter sem que haja, por isso, nenhum prejuízo, nem para o “ser” nem para o “ter”.
     Vivemos num momento de rápidas transformações fortes mudanças, de caráter ambiental, social, econômico, científico, cultural e tecnológico, entre outras. Estas mudanças podem nos provocar transformações internas (ex. orgânicas, emocionais, racionais). A escassez de paz, que a linguagem moderna traduz muitas vezes por estresse, é um perigo que compromete a saúde – física, psicológica e mental – e acarreta uma boa parte das doenças contemporâneas. 
      A vida mecanizada de hoje, particularmente nos grandes centros urbanos, tende a levar todas as coisas num ritmo frenético. Neste contexto, o autoconhecimento e a intuição podem ser de grande valia, auxiliando-nos na adaptação a este mundo mutante e no direcionamento de nossos potenciais, para que possamos realizá-los da forma mais completa. Buscando um contato maior conosco mesmo, é possível que consigamos conhecer e distinguir melhor nossas emoções (que afetam muito nossas decisões e resoluções de problemas) de nossas intuições, o que pode nos auxiliar a fazer melhores escolhas em nossa vida.    
      Precisamos aprender a dominar e acalmar nossos pensamentos. É preciso harmonizar nossa mente e conquistar uma vida calma e tranqüila. Uma mente sempre agitada irá desequilibrar todas as nossas ações, tornando-nos ansiosos, inquietos, irritadiços, compulsivos, expostos a todo tipo de conflito

                           Profa. Dra. Edna Paciência Vietta
                                  Psicóloga Clínica
O Poder das Emoções: elas existem e são poderosas.

 Na vida, nada acontece por acaso, nem acidentes, nem sucessos ou insucessos, nem frustrações, nem mesmo doenças. Tudo tem uma causa, uma determinação, uma história, uma evolução. Tudo parece estar atrelado de alguma forma à nossas crenças, pensamentos, vontades, desejos, emoções, atitudes, comportamentos. Não estamos com isso, subestimando o fator circunstancial. Eles existem, e devem ser levados em conta. Nem todo acidentado o é, simplesmente porque o desejou. Não obstante, a pessoa emocionalmente perturbada, preocupada ou tensa, poderá estar mais distraída ao volante, se deprimida, mais lenta em seus reflexos, se ansiosa ou com raiva poderá imprimir no veículo maior velocidade ou ainda, se estressada, tensa ou culpada, praticar imprudências. Muitos acidentes acontecem após a vítima ter enfrentado problemas sérios de relacionamentos, onde se sentiu injusta, ingrata, infiel, ou deprimida, angustiada, magoada, ou, ainda, hostil, culpada, reprovada, merecedora de punição ou, sem motivos para continuar vivendo. Quando descobrimos a dinâmica mental (consciente ou inconsciente) que está por trás de cada evento, de cada sintoma ou doença, temos oportunidade de compreender melhor o poder das emoções e intervir preventivamente sobre elas. Nosso corpo é a expressão de nossas emoções e desejos. Logicamente, não descartamos outros fatores igualmente importantes na predisposição ou causa das doenças. Nosso interesse, no entanto, é focar, aqui, neste breve espaço, possíveis causas emocionais que interferem em certos acontecimentos, tipos de sintomas ou doenças, muitas delas frutos da observação e pesquisas do inconsciente. A Anorexia e a Bulimia, por exemplo, são transtornos alimentares em que seu portador volta para si toda raiva, negam a vida, consideram-se indignas de viver, de ser amadas, apresentam baixa auto-estima, não se sente uma pessoa boa o suficiente para desfrutar dos prazeres da vida. As alergias geralmente se manifestam em pessoas que reprimem sua agressividade, são hostis, porém contidas. Entre as doenças alérgicas, a asma brônquica é aquela em que a influência do emocional é mais evidente, estando ela relacionada à ansiedade e depressão. Pessoas exigentes consigo próprias e com os outros, podem apresentar-se ansiosas, ter sintomas obsessivos ou contrair doenças como artrite, fibromialgias, dores sem etiologia definida. A enxaqueca pode ser expressão da incapacidade ou impossibilidade de expressar a raiva. A desilusão, a raiva, a mágoa e o ressentimento podem ter expressão orgânica no caso de alguns tipos de câncer. A gastrite pode significar dificuldades em lidar com aborrecimentos, contrariedades, o popular “engolir sapos”. O medo, emoção antecipatória que em determinadas condições pode, também, ser chamado de fobia, é um sintoma de transtorno de ansiedade. Entre outros, a pessoa teme perder coisas, controle, poder, status, ficar sozinha, morrer, ser humilhada. O risco de ocorrência de Infarto de Miocárdio durante um episódio de raiva é nove vezes maior do que em algum outro momento da vida. Todas as emoções vêm acompanhadas por reações fisiológicas. Quando sentimos medo ou raiva, a carga de adrenalina aumenta e faz com que nosso coração dispare e o corpo entre em estado de alerta. Quando estamos felizes, nosso corpo produz mais endorfinas, que resultam em sensação de bem-estar. Reações emocionais como ira, hostilidade, medo, tristeza, depressão, ansiedade, apresentam correlatos de complicados mecanismos, que por influência do Sistema Nervoso, afetam as secreções glandulares, órgãos, tecidos, músculos e o sangue. Quando o organismo é continuamente sobrecarregado por tensões, a reação de estresse será seguida por depressão na esfera psíquica, por queda de resistência imunológica, dando origem à invasão microbiana, virótica ou mesmo “implosão, quando o organismo passa a atacar a si próprio, com as chamadas doenças autoimunes” (Esclerose Múltipla, Diabetes Mellitus insulino-dependentes, Artrite Reumatóide, Lupos Eritematoso Sistêmico etc.). A pele tem sido entendida por autores tradicionais da psicologia como o principal meio de contato do sujeito com o mundo. As Dermatoses são doenças da pele cujo componente emocional é fundamental. A Psoríase é um caso bastante evidente desta relação. Observa-se com freqüência que os seus portadores apresentam características emocionais bastante peculiares que interferem de modo decisivo na recidiva e/ou piora dos sintomas desta doença, sobretudo, no aumento e extensão das lesões. Tanto a falta de controle das emoções como a não expressão das mesmas, são fatores que aumentam a vulnerabilidade frente às distintas enfermidades. Profa. Dra. Edna Paciência Vietta Psicóloga

1 de jan. de 2012

Transtornos de Ansiedade e Agorafobia

Transtorno de Ansiedade e Agorafobia

Todos os Transtornos de Ansiedade têm como manifestação principal um alto nível de ansiedade. Ansiedade é um estado emocional de apreensão, uma expectativa de que algo ruim aconteça, acompanhado por várias reações físicas e mentais desconfortáveis.

Segundo estudos recentes os Transtornos de Ansiedade compreendem: Ansiedade Generalizada, Fobias, Síndrome de Pânico, Transtorno Obsessivo-compulsivo, Ansiedade associada à saúde, Hipocondria e Transtorno de Estresse Pós-traumático. Dentre os transtornos de ansiedade, o transtorno de pânico e a agorafobia vem aumentando de forma preocupante e estão entre os quadros mais freqüentes e incapacitantes na vida do indivíduo, gerando isolamento e, afetando negativamente sua vida com prejuízos de âmbito pessoal ao social, afetivo e profissional.

A agorafobia instala-se em decorrência de respostas de fuga ou evitação às perturbadoras sensações geradas pelas reações físicas e mentais intensas e repentinas que caracterizam o ataque inicial de pânico. Dentre esses sintomas, destacam-se: falta de ar, taquicardia, tremores, vertigens, tonteiras, sudorese, náuseas, formigamentos, pernas bambas, dor no peito, bem como, ideações relacionadas ao pavor de morte por asfixia ou ataque cardíaco, de ficar louco, de perder os sentidos ou da perda total do controle.

Segundo estudos realizados pelo National Institute of Mental Health, aproximadamente um terço das pessoas com transtorno de pânico tornam-se agorafóbicas, evitando situações e lugares em que possa haver menor probabilidade de obterem ajuda, caso sejam acometidas por um novo ataque de pânico.

A antecipação ansiosa do pânico pode ser a variável determinante para aumentar a probabilidade de um novo ataque,

O portador desses transtornos apresenta tendência aumentada a cometer distorções de pensamentos, além de uma rigidez que o levaria resistir à consideração de interpretações alternativas.

Segundo o modelo cognitivo, o ponto central para a experiência subjetiva de ansiedade diante de um evento, não seria o evento em si, mas a atribuição de um significado ameaçador ou perigoso do evento pelo sujeito. No caso específico dos transtornos de ansiedade, a experiência de ansiedade decorreria de uma atribuição exagerada de ameaça ou perigo a eventos que outros poderiam processar como neutros.

Na Síndrome de Pânico o paciente pode se tornar agorafóbico, ou seja, experenciar ansiedade em espaços abertos, em decorrência de uma forma subjetiva de processar ou representar espaços abertos.

Assim, ao tratar o paciente ansioso, o terapeuta cognitivo tem como meta levá-lo a buscar interpretações alternativas à suas interpretações catastróficas, capacitando-o a melhor avaliar esses eventos, com mais realismo.

Com base na teoria cognitivo-comportamental podemos identificar um perfil cognitivo típico para o portador de um transtorno de ansiedade. Efetivamente, em termos de estruturas cognitivas, o ansioso apresenta crenças disfuncionais focalizadas em ameaça física ou psicológica, que refletem um sentido de vulnerabilidade. Nessa perspectiva o ansioso processa seletivamente sinais de ameaça, derivados de superestimação, descartando elementos alternativos contrários. Sua atenção focaliza pensamentos disfuncionais (ameaças ou perigos a si ou a pessoas significativas) desencadeando ansiedade antecipatória. Exemplos mais comuns são: quando o indivíduo tem que se expor publicamente (e se me der branco? se eu for um fiasco?); no caso de submeter-se a uma prova de concurso ou de seleção de emprego (se eu deixar transparecer minha insegurança? se o entrevistador não for com a minha cara? se eu tremer, me travar ou gaguejar?); se for uma paquera (e se a garota me rejeitar?); se for medo de enfrentar o elevador (se o elevador parar? se a energia acabar? se eu tiver pânico dentro do elevador?).

Assim, o fóbico deixa de considerar alternativas possíveis de interpretações, como por exemplo, o fato de já ter passado pela mesma experiência antes e se saído bem, tido sucesso em outras paqueras, enfrentado com sucesso as mesmas situações quando se preparou melhor, admitir que na vida estamos sujeitos a ser rejeitados, que não somos obrigados a ganhar sempre, que riscos fazem parte da vida, etc.

Prof. Dra. Edna Paciência Vietta

Transtornos de Ansiedade e Agorafobia

Todos os Transtornos de Ansiedade têm como manifestação principal um alto nível de ansiedade. Ansiedade é um estado emocional de apreensão, uma expectativa de que algo ruim aconteça, acompanhado por várias reações físicas e mentais desconfortáveis.

Segundo estudos recentes os Transtornos de Ansiedade compreendem: Ansiedade Generalizada, Fobias, Síndrome de Pânico, Transtorno Obsessivo-compulsivo, Ansiedade associada à saúde, Hipocondria e Transtorno de Estresse Pós-traumático. Dentre os transtornos de ansiedade, o transtorno de pânico e a agorafobia vem aumentando de forma preocupante e estão entre os quadros mais freqüentes e incapacitantes na vida do indivíduo, gerando isolamento e, afetando negativamente sua vida com prejuízos de âmbito pessoal ao social, afetivo e profissional.

A agorafobia instala-se em decorrência de respostas de fuga ou evitação às perturbadoras sensações geradas pelas reações físicas e mentais intensas e repentinas que caracterizam o ataque inicial de pânico. Dentre esses sintomas, destacam-se: falta de ar, taquicardia, tremores, vertigens, tonteiras, sudorese, náuseas, formigamentos, pernas bambas, dor no peito, bem como, ideações relacionadas ao pavor de morte por asfixia ou ataque cardíaco, de ficar louco, de perder os sentidos ou da perda total do controle.

Segundo estudos realizados pelo National Institute of Mental Health, aproximadamente um terço das pessoas com transtorno de pânico tornam-se agorafóbicas, evitando situações e lugares em que possa haver menor probabilidade de obterem ajuda, caso sejam acometidas por um novo ataque de pânico.

A antecipação ansiosa do pânico pode ser a variável determinante para aumentar a probabilidade de um novo ataque,

O portador desses transtornos apresenta tendência aumentada a cometer distorções de pensamentos, além de uma rigidez que o levaria resistir à consideração de interpretações alternativas.

Segundo o modelo cognitivo, o ponto central para a experiência subjetiva de ansiedade diante de um evento, não seria o evento em si, mas a atribuição de um significado ameaçador ou perigoso do evento pelo sujeito. No caso específico dos transtornos de ansiedade, a experiência de ansiedade decorreria de uma atribuição exagerada de ameaça ou perigo a eventos que outros poderiam processar como neutros.

Na Síndrome de Pânico o paciente pode se tornar agorafóbico, ou seja, experenciar ansiedade em espaços abertos, em decorrência de uma forma subjetiva de processar ou representar espaços abertos.

Assim, ao tratar o paciente ansioso, o terapeuta cognitivo tem como meta levá-lo a buscar interpretações alternativas à suas interpretações catastróficas, capacitando-o a melhor avaliar esses eventos, com mais realismo.

Com base na teoria cognitivo-comportamental podemos identificar um perfil cognitivo típico para o portador de um transtorno de ansiedade. Efetivamente, em termos de estruturas cognitivas, o ansioso apresenta crenças disfuncionais focalizadas em ameaça física ou psicológica, que refletem um sentido de vulnerabilidade. Nessa perspectiva o ansioso processa seletivamente sinais de ameaça, derivados de superestimação, descartando elementos alternativos contrários. Sua atenção focaliza pensamentos disfuncionais (ameaças ou perigos a si ou a pessoas significativas) desencadeando ansiedade antecipatória. Exemplos mais comuns são: quando o indivíduo tem que se expor publicamente (e se me der branco? se eu for um fiasco?); no caso de submeter-se a uma prova de concurso ou de seleção de emprego (se eu deixar transparecer minha insegurança? se o entrevistador não for com a minha cara? se eu tremer, me travar ou gaguejar?); se for uma paquera (e se a garota me rejeitar?); se for medo de enfrentar o elevador (se o elevador parar? se a energia acabar? se eu tiver pânico dentro do elevador?).

Assim, o fóbico deixa de considerar alternativas possíveis de interpretações, como por exemplo, o fato de já ter passado pela mesma experiência antes e se saído bem, tido sucesso em outras paqueras, enfrentado com sucesso as mesmas situações quando se preparou melhor, admitir que na vida estamos sujeitos a ser rejeitados, que não somos obrigados a ganhar sempre, que riscos fazem parte da vida, etc.

Prof. Dra. Edna Paciência Vietta

16 de nov. de 2009

TDAH : desatenção, hiperatividade e impulsividade

TDAH : desatenção, hiperatividade e impulsividade

Nenhum outro distúrbio tem sido tão estudado nos últimos tempos quanto o TDAH, que atinge cerca de 5 a 10% das crianças em idade escolar, causando grande impacto na infância, juventude e na idade adulta.

Estudos mostram que aproximadamente 60 a 70% das crianças com TDAH evoluirão com sintomas da doença na vida adulta, onde a prevalência mundial para essa faixa etária (adultos) gira em torno de 4%, número bastante expressivo, por sinal. Infelizmente a grande maioria nem sabe que tem o transtorno ou nunca nem ouviu falar de TDAH.

Pesquisas mostram que apenas uma pequena parcela dos nossos adolescentes e adulto recebe diagnóstico correto, algo em torno de 8%. Dos que recebem tratamento, a maioria ainda é submedicada.

Sabe-se que o transtorno acomete de modo adverso a qualidade de vida, não só do seu portador, mas também de toda a família, exigindo de grande esforço para entender e lidar com seus sintomas.

Não é fácil conviver com o indivíduo portador de TDAH e muito menos para próprio

portador. Tanto, que entre portadores de TDAH, o número de divórcios é cerca de quatro vezes mais, quando comparado à população geral. As brigas são constantes, as queixas inúmeras, a falta de dinheiro quase sempre é a regra. Na relação entre esses cônjuges as desavenças são freqüentes e as queixas mais comuns são: atrasos freqüentes, mudanças de plano sem aviso prévio, esquecimentos de datas importantes (aniversário de namoro ou de casamento), falta de atenção quando o/a parceiro/a está de roupa nova, quando a televisão ou o computador se torna mais importante que ela, da impulsividade ou falta de autocontrole, etc.

O portador de TDAH geralmente é rotulado por seu parceiro e familiares como incompetentes, irresponsáveis, preguiçosos e tantos outros adjetivos negativos que fazem sua auto-estima desabar de modo vertiginoso. Na verdade seu problema é de desmotivação, depressão ou outra outro problema emocional ou psiquiátrico.

Segundo a ABDA (Sociedade Brasileira de Deficit de Atenção e Hiperatividade) crescer sem diagnóstico e tratamento para o TDAH pode trazer efeitos devastadores para um adulto. Para alguns, ter um diagnóstico significa colocar a vida inteira dentro de uma perspectiva correta e trazer compreensão para dificuldades sentidas desde sempre. A auto-estima é instantaneamente modificada, pois percepções negativas de si mesmo - "preguiçoso, lerdo, desastrada, avoada, maluco"- não são mais justificadas. Há uma razão para esses comportamentos!

Sabemos que pessoas que possuem o Transtorno de déficit de atenção e/ou hiperatividade têm dificuldades em prestar atenção, controlar suas emoções e as atividades excessivas e que existem três tipos de TDAH, o desatento, o hiperativo e o tipo combinado. (desatento e hiperativo).

A falta de atenção sustentada é um problema, a pessoa não mantém a atenção por muito tempo numa reunião, seu pensamento o leva para longe, parece estar no mundo da lua, se distrai com qualquer estímulo externo e não sabe em que ponto parou para reiniciar uma atividade ou conversação, e em conseqüência muda de atividade freqüentemente, deixando as coisas por terminar. Também perde muitos objetos por causa da sua desorganização.

Já falamos em artigos anteriores que o transtorno é caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, que associados ao prejuízo das funções executivas, geralmente transformam a vida do portador em um verdadeiro caos, pois geralmente por falta de informação, o parceiro não compreende o cônjuge portador, e este último acaba sentindo-se rejeitado. O casal acaba se cansando da instabilidade que se instala com brigas freqüentes e desentendimentos constantes e a relação se desgasta. É claro que o TDAH não é o responsável por todos os casos de conflitos conjugais e que nem todos os portadores de TDAH apresentam o mesmo tipo de evolução de sintomas. No entanto, o TDAH/DDA deixa seqüelas emocionais crônicas em seu portador, como sentimento de fracasso precoce, baixa auto-estima e autoconfiança, sentimento de humilhação, instabilidade, descrença de si próprio, autocomiseração, entre outros.

A impulsividade no TDAH se traduz pela dificuldade em inibir comportamentos inadequados. Nesses casos costuma-se dizer que uma das características do TDAH é tomar atitudes sem pensar, o que muitas vezes é a causa de conflitos conjugais e até mesmo rejeição por parte das pessoas. É bom lembrar que tais comportamentos podem fazer parte da vida de qualquer um, ou seja, que sintomas isolados não fazem o diagnóstico do TDAH. Só quando os sintomas estão presentes de forma exagerada e prejudicial em vários setores da vida (acadêmica, familiar e social) é que se pode pensar na possibilidade de TDAH.



Profa. Dra. Edna Paciência Vietta

Psicóloga Clínica

TDAH e problemas conjugais

TDAH e problemas conjugais

“Amor, você está me ouvindo?”

“Ah, o que foi que você disse? Desculpe estava distraído...”.

Está instalada a discussão que pode incluir acusações como “você nunca me escuta”, “nada do que eu falo é importante para você”, “você não se importa comigo”, “você não me ama mais”.

Seu marido se esquece de pegar seu filho na escola, seu aniversário de casamento ou de lhe trazer algo do supermercado, mesmo que você ligou para lembrá-lo disto? Se isto é freqüente no dia-a-dia é bom observar a causa deste esquecimento. Problemas com atenção podem resultar em má compreensão oral em muitos adultos com TDAH, o que conduz a uma série de mal-entendidos. A causa pode ser um simples esquecimento, uma distração qualquer, cansaço, preocupação momentânea, estresse ou até uma recusa, mas se essa condição for freqüente ou comum, seu cônjuge pode ser um portador de TDAH, Transtorno de Deficit de atenção e Hiperatividade.

O Deficit de Atenção e Hiperactividade caracteriza-se pela falta de perseverança nas actividades que exigem um envolvimento cognitivo e por uma tendência a passar de uma actividade para outra sem acabar nenhuma, associadas a uma actividade global desorganizada, descoordenada e excessiva

Você pediu para o seu marido colocar o lixo na rua e ele se esqueceu porque no caminho distraiu e se lembrou de dar ração para o cachorro?

Sua esposa é desligada, no mundo da lua, esquece o feijão no fogo, da reunião na escola do filho, de pagar uma conta que você lhe pediu, nunca sabe onde deixou a chave da porta, está sempre distraída?

Muitas vezes, os parceiros de pessoas diagnosticadas com TDAH vêem o seu cônjuge com dificuldades de escutar e atender pedidos ou até uma incapacidade de honrar compromissos e faz a idéia de que seu parceiro seja displicente, indiferente, não colaborador, folgado ou desinteressado.

Por outro lado se você é o cônjuge portador de TDAH, você pode não entender por que o seu parceiro está sentido ou chateado com você e achar que tudo não passa de incompreensão, implicância ou hostilidade.

Se em casamentos no qual nenhum dos dois é portador de TDAH a dificuldade de comunicação é um problema constante, imagine quando o marido ou a esposa simplesmente não consegue prestar atenção ao que o outro diz por muito tempo.

“Amor, você está me ouvindo?

“Ah, o que é? Desculpe estava distraído...”.

Quem não ficaria chateado se o parceiro se esquecesse sempre dos compromissos, datas, aniversários e mesmo do seu prato preferido?

No caso, do portador deste Transtorno, não se trata de falta de interesse ou descaso, mas sim de uma deficiência, com explicações biológicas. Inúmeros estudos científicos já demonstraram que o TDAH sofre forte influência genética e está relacionado a uma alteração de neurotransmissores em determinadas regiões cerebrais, sobretudo daquelas responsáveis por funções executivas (planejamento, organização, manejo do tempo, memória, capacidade de pensar antes de agir, controle das emoções). O objetivo fundamental das funções executivas é fazer com que o indivíduo tome decisões acertadas e atinja os objetivos planejados.

Se para os parceiros a situação é desconfortável para o portador a situação também não é das mais simples. Eles fazem um esforço sobre-humano para vencer suas limitações e freqüentemente se sentem frustrados e deprimidos por não conseguirem agradar seu parceiro.

O adulto TDAH carece de compreensão e ajuda para adquirir recursos que o ajudem a se lembrar das coisas. Pressão e critica agravam ainda mais suas dificuldades. Paciência e jogo de cintura são essenciais para quem é parceiro de TDAH.



Dra Edna Paciência Vietta

Psicóloga Clínica

19 de ago. de 2007

Profa. Dra Edna Paciência Vietta

Psicóloga
CRP-06/65132

Profa.Titular aposentada da UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

Graduada em Psicologia pela FFCL-RP-USP.

Graduada em Enfermagem de Saúde Pública e Enfermagem Médico-cirúrgica pela
Universidade de São Paulo

Mestrado pela Universidade de São Paulo

Doutorado pela Universidade de São Paulo

Profa Livre-Docente e Profa Adjunto pelo Departamento de Enfermagem Psiquiátrica
e Ciências Humanas da EERP-USP.

Experiência nas áreas: Psicologia, Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental,

Pesquisadora do CNPq de 1983 a 1998 - Nível 1ª

Atividade Profissional atual: Psicóloga Clínica
Endereço: Rua: Olavo Bilac, 805. Vila Seixas, Ribeirão Preto - SP-Brasil
Tels: (16) 3625 5266 3964 6692

e-mail vietta@netsite.com.br
http://lattes.cnpq.br/8382263964073290

Formação Acadêmica/Titulação
1997
Graduação em Psicologia. Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto- USP, FFCLRP-USP.
1990
Prof Titular (1990). Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Usp, EERP-USP, Brasil
Prof. Adjunto (1988)
1990
Prof. Livre Docente. (1990)Universidade de São Paulo, USP, Sao Paulo, BrasilTítulo: Elaboração do Processo de Enfermagem com base no Marco Conceitual para Prática da Enfermagem Social, Ano de obtenção: 1990
1982 - 1985
Doutorado. (1985)Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, BrasilTítulo: Marco Conceitual para Prática da Enfermagem Psiquiátrica: contribuição para base de uma teoria de Enfermagem, Ano de obtenção: 1985Orientador: Flávio Fortes D'andréa
1977 - 1979
Mestrado (1979)Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, BrasilTítulo: Contribuição ao estudo da assistência de Enfermagem com enfoque na prevenção primária, Ano de obtenção: 1979Orientador: Maria Aparecida Minzoni
1971 - 1972
Especialização em Formação para Ego-auxiliar e Diretor de Psicodrama. Instituto de Psiquiatria Dinâmica de Ribeirão Preto, IPDRP-HD, Brasil
1974 - 1974
Especialização em Relações Humanas através do Psicodrama. EERP-USP/Instituto de Psiquiatria Dinâmica de Ribeirão Preto, EERPUSP/IPDRP, Brasil
1998 - 1998
Treinamento e Supervisão:
Psicanálise
Psicoterapia Psicodinâmica
Psicanálise em Lacan

Formação: experência e treinamento
Psicoterapia Breve
Psicodrama Terapêutico
Sociodrama Institucional.
Psicoterapia de Grupo

Conhecimento e experiência:
Psicoterapia Cognitiva-Comportamental
Psicanálise

1999
Especialização em Formação de Psicoterapeuta. Sociedade de Psicoterapias Analíticas Grupais do Estado de São Paulo, SPAGESP, Brasil
1966 - 1970
Graduação em Enfermagem. Universidade de São Paulo, USP, Sao Paulo, Brasil, Ano de obtenção: 1970
1997
Graduação em Psicologia. Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto- USP, FFCLRP-USP, Brasil

6/1975 - 11/1998
Ensino de Graduação, Universidade de São Paulo, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Disciplinas Ministradas:
1. Integração do Estudante de Enfermagem na Escola e na Profissão
2. Enfermagem Psiquiátrica
3 Enfermagem Psiquiátrica Preventiva e Comunitária
4. Ética legislação e História de Enfermagem
6/1975 - Atual
Ensino, Doutorado Interunidades

Disciplinas Ministradas:
1. ERP-732: História da Psiquiátria e evolução da Enfermagem Psiquiátrica na assistência ao doente mental
2. ERP-733: Terapias Psicológicas de aplicação em Enfermagem Psiquiátrica
3. ERP-734: Teorias Sociais como recursos para as ações de Enfermagem Psiquiátrica
4. ERP-735: Assistência de Enfermagem nos transtornos psiquiátricos
5. ERP-724: Teorias e Técnicas Psicodramáticas
6. ERP-710: Enfermagem Psiquiátrica dirigida a pacientes internados
08/1975 - 12/1975
Extensão Universitária, Convênio - Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo/EERP-USP

Especificação:1. Coordenadora de Grupos de Ocupação e Lazer para Pessoas em Idade Avançada
01/1976 - 05/1976
Extensão Universitária, Convênio - Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo/EERP-USP

Especificação:1. Responsável pela implantação do Núcleo de Saúde Mental do Centro de Saúde "Eduardo Lopes da Silva.
6/1976 - 11/1998
Serviço Técnico Especializado, Universidade de São Paulo, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Asessoria e consultoria profissional
09/1976 - 12/1978
Extensão Universitária, Convênio - Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo/EERP-USP.
Coordenadora

Especificação:1. Coordenadora de Grupo de Orientação para Adolescentes; atendimento de Saúde Mental.
09/1976 - 12/1978
Extensão Universitária, Convênio - Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo/EERP-USP
Coordenadora

Especificação:1. Coordenadora de Grupo de Orientação para Adolescentes; atendimento de Saúde Mental.
01/1977 - 10/1977
Extensão Universitária, Convênio - Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo/EERP-USP

Especificação:1. Coordenadora do Serviço de Atendimento ambulatorial de Saúde Mental do Centro Social e Comunitário de Vila Lobato da FMRP-USP
04/1977 - 09/1977
Extensão Universitária, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP

Especificação:1. Coordenadora de Grupos Operativos para Enfermeiras Supervisoras do Hospital das Clínicas da FMRP-USP.
08/1977 - 07/1979
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Representante da Categoria MS-1 junto ao Conselho do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas
12/1977 - 12/1977
Extensão Universitária, Ministério da Saúde- Secretaria da Saúde do Estado do Mato Grosso- Cuibá

Especificação:1. Curso Integrado de Saúde Mental: Membro da Equipe Multiprofissional de Implantação de Saúde Mental do Estado do Mato Grosso -Cuibá.
8/1978 - Atual
Pesquisa e Desenvolvimento, Universidade de São Paulo, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas
09/1978 - 09/1978
Extensão Universitária, Ministério da Saúde- Secretaria da Saúde do Estado do Mato Grosso- Cuibá

Especificação:Membro da Equipe Multiprofossional responsável pela1. I Etapa do Curso Integrado de Saúde Mental do Estado do Mato Grosso- Cuibá em contunuidade do trabalho iniciado em 1977.
01/1981 - 01/1991
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Representante da Congregação da EERP-USP JUNTO AO CONSELHO CENTRAL DE PESQUISA na PRÓ-REITORIA
04/1981 - 03/1983
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Suplente da Coordenação do Programa de Pós-graduação- Área Enfermagem Psiquiátrica
06/1981 - 05/1983
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Representante da Categoria MS-2 no Conselho de Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas
6/1982 - 8/1985
Extensão Universitária, Universidade de São Paulo, Ambulatório de Psicoterapia do Departamento de Neuropsiquiatria e Psicologia

Especificação:Psicoterapeuta responsável pela1. Atendimento Psicoterápico a adolescentes em crise no Ambulatório de Psicoterapia da Faculdade de Medicina da USP-RP.
02/1983 - 01/1990
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo do Conselho de Pesquisa, como Representante da EERP-USP
06/1983 - 05/1989
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo do Conselho Universitário da USP, como representante da Congregação da EEERP-USP
03/1984 - 03/1987
Direção e Administração, Instituto Educacional Piracicabano- UNIMEP- Piracicaba

1. Membro Efetivo do Conselho Diretor do Instituto Educacional Piracicabano-UNIMEP-Piracicaba-SP
08/1985 - 08/1993
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Coordenação do Programa Interunidades de Pós-graduação- nível Doutorado- EE/EERP-USP
04/1988 - 03/1993
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Coordenadora do Programa de Saúde Mental- Convênio estabelecido entre a EERP-USP/ Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas/ Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo
6/1988 - 6/1991
Direção e Administração, Universidade de São Paulo, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

1. Chefe do departamento de Enfermagem e Ciências Humanas da EERP-USP
11/1988 - 11/1991
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Responsável pelo Programa de Treinamento PET/CAPES/EERP-USP
03/1989 - 03/1991
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo da Câmara de Fundo de Pesquisa da Universidade de São Paulo
05/1989 - 05/1991
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Presidente da Comissão de Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-USP
04/1990 - 11/1998
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Representante da Categoria de Prof. Titular junto à Congregação da EERP-USP
04/1990 - 11/1998
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Representante da Categoria de Prof. Titular junto à Congregação da EERP-USP
07/1991 - 07/1993
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Chefe de Departamento
06/1992 - 05/1993
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo da Comissão da Programa de Pós-Graduação- Área Enfermagem Psiquiátrica do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da EERP-USP
02/1993 - 01/1995
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Suplente da Comissão Interunidades de Doutorado da EE/EERP-USP
02/1993 - 01/1995
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Suplente da Comissão Interunidades de Doutorado da EE/EERP-USP
04/1993 - 10/1993
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo da Seleção de candidatos para o Programa de Pós-graduação - Doutorado Interunidades das EE/EERP-USP
02/1995 - 02/1997
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo da Comissão de Pós-Graduação da EERP-USP.
02/1995 - 02/1997
Direção e Administração, Universidade de São Paulo

1. Membro Efetivo da Coordenação interna da Área Enfermagem Psiquiátrica do Departamento de Enfermgem Psiquiátrica e Ciências Humanasda EERP-USP
03/1997 - 03/1998
Direção e Administração, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP

1. Membro Efetivo do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Cínicas da FMRP-USP

2. Instituto de Psiquiátria Dinâmica de Ribeirão Preto - HD

Vínculo institucional

1970 - 1974
Vínculo: contratado - celetista , Enquadramento Funcional: Enfermeira chefe do Hospital-Dia, Carga horária: 40, Regime : Integral

Atividades

1/1970 - 11/1974
Serviço Técnico Especializado, Hospital Dia

Especificação:1.Enfermagem Chefe – terapeuta -
1/1970 - 11/1975
Direção e Administração

A1. Chefe do Serviço de Enfermagem e Ego-auxiliar em Psicodrama Terapêutico
1/1970 - 11/1974
Serviço Técnico Especializado

Especificação:1. Chefia do Serviço de Enfermagem
2/1970 - 11/1975
Serviço Técnico Especializado, Hospital-Dia

Especificação:1. Ego-auxiliar
02/1971 - 09/1985
Outra atividade técnico-científica

Especificação:1. Atividades de Terapia Ocupacional
03/1984 - 11/1984
Estágio

Estágio: Profa. Responsável pelo Estágio e1. Supervisão de Estágiárias de Especialização de Enfermagem

3. Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo/Universidade de São Paulo - CONVÊNIO/USP

4. Universidade de São Paulo - USP

Vínculo institucional

1976 - 1998
Vínculo: Servidor público ou celetista , Enquadramento funcional: Professor Titular , Carga horária: 40, Regime : Dedicação Exclusiva

Atividades

1970 - 1975
Estágio, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Estágio:1. EGO-AUXILIAR EM PSICODRAMAS TERAPEUTICOS E PEDAGOGICO // CONSULTORIA EM PESQUISAS
07/1975 - 07/1976
Extensão Universitária

Especificação: Membro da Equipe Executora do1. PROGRAMA DE SAUDE MENTAL Convenio entre a EERP-USP/Secretaria de Saúde Mental de Estado de São Paulo
07/1975 - 07/1976
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação: Ego-auxiliar e Diretora de Psicodrama Terapêutico do1. AMBULATORIO DE PSICOTERAPIA DO INST. PSIC.DO INST. PSIQ.DIN.
1/1976 - 5/1976
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação: Responsável pela1. Implantação do núcleo de Saúde Mental no Centro de Saúde " Eduardo Lopes da Silva.
9/1976 - 12/1978
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Coordenadora do Grupo de Orientação para adolescentes: atendimento de Saúde Mental junto ao Convênio de Saúde Mental.
1/1977 - 10/1977
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Coordenadora do Serviço de Atendimento Ambulatório de Saúde Mental no Centro Social de Vila Lobato. da Faculdade de Medicina de RP-USP
4/1977 - 9/1977
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. coodernadora de grupos operativos para Enfermeiros Supervisores do Hospital das Clínicas da FMRP-USP
12/1977 - 12/1977
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Curso Integrado de Saúde Mental- Implantação do Sistema de Saúde Mental do Estado de Mato Grosso- Cuiabá: Assessoria, treinamento de Pessoal .
6/1978 - 7/1978
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1.Membro da Equipe responsável pela Implantação da Unidade Psiquiátrica do Hospital Geral- Hospital das Clínicas da FMRP-USP
9/1978 - 9/1978
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. II Etapa do Curso Integrado de Saúde Mental do Mato Grosso- Cuiabá
1980 - 1980
Ensino de Graduação, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Disciplinas Ministradas:1. INTEGRACAO DO ALUNO NA ESCOLA E NA PROFISSAO // ENFERMAGEM PSIQUIATRICA // ENFERMAGEM EM SAUDE MENTAL
3/1983 - 9/1983
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Supervisão e Assessoria às enfermeiras da Unidade Psiquiátrica do Hospitalo das Clínicas de Ribeirão Preto.


07/1985 - 07/1991
Direção e Administração, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Cargo Ocupado:1. CHEFE DE DEPARTAMENTO - EPCH
01/1989 - 12/1991
Pesquisa e Desenvolvimento
5/1989 - 12/1989
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Assessoria à Equipe Multiprofissional do Hospital Psiquiátrico de Araçatuba sob a implantação de um serviço de atendimento e egressos juntos ao ambulatório regional de Araçatuba
01/1990 - 12/1992
Ensino, Enfermagem

Disciplinas Ministradas:1. PRESIDENTE DA COMISSAO DE POS-GRADUACAO
1990 - Atual
Pesquisa e Desenvolvimento, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
8/1992 - 10/1992
Extensão Universitária, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

Especificação:1. Assessoria Técnica científica na elaboração do Projeto de Implantação do Hemocentro de Ribeirão Preto da FMRP-USP
1992 - 1997
Ensino, Enfermagem

Disciplinas Ministradas:1. HISTORIA DA PSIQUIATRIA E EVOLUCAO DA ENFERMAGEM PSI- // QUIATRICA NA ASSISTENCIA AO DOENTE MENTAL/ TERAPEUTICAS // PSICOLOGICAS DE APLICACAO EM ENFERMAGEM
01/1993 - Atual
Pesquisa e Desenvolvimento
Linhas de pesquisa
Dimensões Filosóficas, históricas e Éticas da evolução da enfermagem psiquiátrica e saúde mental
Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica
Referencial Semântico do Binomio Saúde mental/ doença mental

Prêmios e títulos

1990
TRABALHO PREMIADO EM 10 LUGAR NO I ENCONTRO DE ENFERMAGEM , ABEN - BACTON - DICSON..
1990
Trabalho Premiado em 20 Lugar no I Encontro de Enfermagem em Infectologia, São Paulo, Sociedade Brasileira de Infectologia.
1987
HONRA AO MÉRITO - PELA BRILHANTE PARTICIPAÇÃO NO XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, ABEn.
1986
1 Lugar - PRÊMIO WANDA DE AGUIAR HORTA- Melhor trabalho Científico Apresentado no XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM realizado no Rio de Janeiro, ABEN - ASSOCIACAO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM.
Produção em C, T & A

Produção bibliográfica

Artigos completos publicados em periódicos

1.
VIETTA, E. P., SOUZA, N.R. Benefícios da interação grupal entre portadores de HIV/AIDS. Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. , v.16, p.10 - 17, 2004.
2.
VIETTA, E. P., KODATO,S, FURLAN, R. Reflexões sobre a transição paradigmática em saúde mental. Revista Latino-americana de Enfermagem. , v.9, p.97 - 103, 2001.
3.
VIETTA, E. P., KODATO,S. Representações sociais de doença mental em enfermeiros psiquiátricos. Revista de Psiquiatria Clínica. , v.28, p.233 - 242, 2001.
4.
VIETTA, E. P. Halfway House: An Alternative to Rescue the Rights and Citizenship of Mentally Iii Person.. The International Journal Of Psychosocial Rehabilitation. , v.4, p.466 - 475, 2000.
5.
VIETTA, E. P., SOUZA, N. R. Compreendendo o Portador de HIV/aids usuário de drogas. Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. , v.11, p.31 - 37, 1999.
6.
VIETTA, E. P., SOUZA, N.R. Compreendendo o portador HIV/AIDS usuário de drogas. Jornal Brasileiro de Doenças Sex ualmenteTransmissíveis. , v.11, p.31 - 37, 1999.
7.
VIETTA, E. P., UEHARA, M., S NETTO, K. A. Depoimentos de Enfermeiras Hospitalares da Década de 80: Subsídios Para Compreensao da Enfermagem Atual.. REVISTA LATINO AMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.6, p.107 - 116, 1998.
8.
VIETTA, E. P. O Que o Médico deve saber sobre Enfermagem.. CULTURA & SAUDE - INSISA- INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO DAS CIENCIAS DA SAUDE. , v.3, p.21 - 22, 1997.
9.
VIETTA, E. P. Depoimentos de enfermeiras hospitalares da década de 60: subsídios para a compreensão da enfermagem atual. REVISTA LATINO AMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.4, p.23 - 39, 1996.
10.
VIETTA, E. P., UEHARA, M., SILVA-NETO, K. Evolução da Enfermagem no contexto Hospital-Escola : depoimentos de enfermeiros representantes da década de 70.. REVISTA LATINO AMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.4, p.135 - 154, 1996.
11.
VIETTA, E. P., LABATE, R. C., MORAES, M. C., RODRIGUES, A. R. F., CIRSTINA, J., BRAGA, E. A. P. S.Técnica de Complementação de Frases como recurso para expressão vivencial do aluno em véspera de prova. REVISTA LATINO AMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.4, p.39 - 49, 1996.
12.
VIETTA, E. P. Configuração Triádica, Humanista-Existencial-Personalista: uma Abordagem Teórico-Metodológica de aplicação nas pesquisas de Enfermagem em Saúde Mental. REVISTA LATINO AMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.3, p.31 - 43, 1995.
13.
MORIYA, T. M., GIRL, E., VIETTA, E. P., PEREIRA, M. S. Doenças Transmissíveis e Isolamento: percepção do aluno de enfermagem. REVISTA ESCOLA DE ENFERMAGEM. , v.29, p.286 - 296, 1995.
14.
VIETTA, E. P., MAGALHAES, M. F., BUENO, L. V., HECK, A. R.Tomada de Depoimento Pessoal de Enfermeiras Hospitalares da Década de 50: subsídios para à compreensão da enfermagem atual. REVISTA LATINO AMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.3, p.19 - 35, 1995.
15.
VIETTA, E. P.Reforma Curricular de Graduação em Enfermagem de Ribeirao Preto. REVISTA LATINOAMERICANA DE ENFERMAGEM. , v.2, p.35 - 51, 1993.
16.
VIETTA, E. P.A Doença Mental e os Rótulos Psiquiátricos.. Jornal O Estado de São Paulo. , 1989.
17.
VIETTA, E. P.O Hospital Psiquiátrico e a Má Qualidade da Assistência.. Jornal O Estado de São Paulo. , p.0 - 0, 1988.
18.
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VIETTA, E. P., OLIVEIRA de,M.H.P., MORYA,T.M., Gir, E. Reações emocionais dos portadores de doenças sexualmente Transmissíveis (DST) no momento da confirmação diagnóstica. Boletim Informativo de La Union (ULACETS). , v.45, p.20 - 24, 1987.
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BUENO, S. M. V., VENDRUSCULO, D. M., VIETTA, E. P. Reflexiones Filosoficas Y Pedagogica: Estudo de La Restruturação de Los Curriculos en Enfermeria Centrado En Las Propoestas de Atencion Primaria. Ver INVESTIGACION Y EDUCACION EN ENFERMERIA. , v.2, p.87 - 99, 1987.
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VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V. Sintomas Existenciais Versus Sintomas Psicopatológicos. REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (REBEN). , v.40, p.53 - 59, 1987.
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VIETTA, E. P. Fronteiras entre a Medicina e a Enfermagem. CARISMA- FORMACAO DO MEDICO. , v.7, p.27 - 30, 1986.
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VIETTA, E. P., LUIS, M. V. O Hospital Psiquiátrico como Centro de Saúde Mental. REVISTA GAUCHA DE ENFERMAGEM. , v.7, p.47 - 59, 1986.
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OLIVEIRA, M. H. P., VIETTA, E. P., D'ANDREA, F. F. Sociodrama com Estudantes de Enfermagem de Saúde Pública. REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. , v.31, p.44 - 49, 1984.
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VIETTA, E. P. Ações de Enfermagem Psiquiátrica Preventiva na Assistência dirigida à População Adolescente: dinâmica, Técnica e metodologia utilizada.. Rev.Enf. Atual.. , v.4, p.23 - 27, 1982.
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VIETTA, E. P., PACIENCIA, E., D'ANDREA, F. F. Assistência ao Adolescente em Crise: Uma Nova Alternativa. BOLETIM DA OFICINA SANITARIA PANAMERICANA. , v.34, p.345 - 351, 1982.
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VIETTA, E. P., VIETTA, E. P. C. R. C. Estudo de Reformulação Curricular do Curso de Graduação da Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto. REVISTA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA USP. , v.16, p.137 - 146, 1982.
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VIETTA, E. P.Evolução da Psiquiatria e Conseqüente evolução na assistência de Enfermagem Psiquiátrica; desde tempos imemoriáveis até os dias atuais.. Rev.Enf Atual.. , v.5, p.4 - 8, 1982.
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VIETTA, E. P.Seguimento de Enfermagem: uma alternativa para o dilema do diagnóstico diferencial entre o que é patológico e o que é perturbação normal na adolescência. Rev. Enf. Atual. , v.4, p.23 - 24, 1982.
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VIETTA, E. P. Considerações sobre Saúde Mental.. Rev.Enf. Atual.. , v.3, p.22 - 23, 1981.
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VIETTA, E. P. Contribuição ao Estudo da Assistência de Enfermagem PsiquiÁtrica com Enfoque na Prevenção Primária. ARQUIVOS DA CLINICA PINEL. , v.1, p.69 - 85, 1981.
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VIETTA, E. P. Equipe de Saúde Mental. Rev. Enf. Atual. , v.3, p.24 - 26, 1981.
36.
VIETTA, E. P., PACIENCIA, E. Seguimento de Enfermagem a Adolescentes em Crise.. ARQUIVOS DA CLINICA PINEL. , v.7, p.47 - 55, 1981.
37.
VIETTA, E. P., MINZONI, M. A., GOULART, M. C. S. O., ALENCASTRE, M. B., PACIENCIA, E., RODRIGUES, A. R. F., CARSWELL, W. A., SAEKI, T.Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria: a busca de uma nova posição. REVISTA ENFERMAGEM NOVAS DIMENSÕES. , v.3, p.350 - 355, 1977.
38.
VIETTA, E. P., FERREIRA-SANTOS, C. A., PACIENCIA, E. Estudo sobre Currículos de Escolas de Enfermagem: opinião dos médicos. EDUC. MEDICA Y SALUD. , v.7, p.44 - 59, 1973.

Livros publicados

1.
VIETTA, E. P. O Sentido de Vida do Portador da Aids; Uma Questão de Saúde Mental., 1998

Capítulos de livros publicados

1.
VIETTA, E. P., PEDROSA, L. A. K. Saúde Mental das enfermeiras: suas crenças e vivências In: Caminhando para a Assistência Integral ed.Ribeirão Preto : Scala, 1999, p. 73-82.
2.
VIETTA, E. P. Participação no Capítulo 13, Parte II: Outros Especialistas da Área da Saúde - Enfermagem- P. 92-93.. In: O ESPECIALISTA E O CLINICO GERAL.. ed.SAO PAULO : ROCA LTDA, 1997

Comunicações e Resumos Publicados em Anais de Congressos ou Periódicos (completo)

1.
ZALESKI, E. G. F., VIETTA, E. P.O Sentido de Vida do Portador da Sindrome de Imunodeficiência Adquirida In: 50 CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1998, Salvador- Bahia. Anais do 50 CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. SALVADOR - BAHIA: ABEn, 1998.
2.
VIETTA, E. P.O aluno de Graduaçao em Enfermagem do sexo masculino: representação social. In: II Congresso Internacional de Enfermagem Médico-Cirúrgica., 1997, Coimbra. . , 1997.
3.
VIETTA, E. P., SOUZA, M. C. B. M.Análise Compreensiva da Comunicaçao Escrita Expressa nas Condutas para Internaçao de Adultos Jovens Em Hospital Psiquiatrico In: III SIMPOSIO BRASILEIRO DE COMUN. EM ENFERMAGEM-SIBRACEN, 1992, Ribeirão Preto. Anais Simpósio Brasileiro de Comunicação em Enfermagem. RIBEIRAO PRETO: EE-USP, 1992. p.527 - 543
4.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.A comunicação em enfermagem In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1990, Ribeirão Preto. ANAIS DO ii° SIBRACEN. Ribeirão Preto: EERP, 1990. p.203 - 227
5.
VIETTA, E. P.Importância do Marco referencial e conceitual dentro do modelo de formação e prática profissional. In: O perfil e a competência do Enfermeiro, 1989, Brasília- DF. ANAIS DO I° SEMINÁRIO NACIONAL. Brasília: UFB, 1989. p.183 - 195
6.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.Contribuição à conceptualização de saúde: análise qualitativa dos conceitos emitidos por profissionais de saúde In: I SIBRACEN, 1988, Ribeirão Preto. ANAIS DO I° SIBRACEN. Ribeirão Preto: EERP-USP, 1988. p.359 - 394
7.
VIETTA, E. P., CARVALHO, E. C.Processo de Comunicação à luz do marco conceitual para prática de Enfermagem In: I° SIBRACEN, 1988, Ribeirão Preto. ANAIS DO I° SIBRACEN. Ribeirão Preto: EERP-USP, 1988. p.338 - 349
8.
VIETTA, E. P.Patiens with sexualy transmissible; diseases and their emotions reactions In: DEXIEME CONGRESS MODIAL SUR LES M.S.T., 1986, Paris. Anais du Dexieme Congress Mondial sur les M.S.T. , 1986. v.10. p.1 - 5
9.
VIETTA, E. P., USP, C. C. E.Estudo das Teoriasde Enfermagem e sua contribuição aos currículos da graduação In: A prática de Enfermagem e o currículo de graduação, 1985, Ribeirão Preto. ANAIS DO SEMINÁRIO A PRÁTICA DE ENFERMAGEM E O CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO. Ribeirão Preto: EERP-USP, 1985. p.191 - 213

Comunicações e Resumos Publicados em Anais de Congressos ou Periódicos (resumo)

1.
VIETTA, E. P., KODATO,S, SIMOES, L. A.As representações sociais de doente mental em ocupacionais de enfermagem In: 8° INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UNDERGRADUATE RESEARCH, 2000, Ribeirão Preto. Anais do SIICUSP. , 2000. v.1. p.522 - 522
2.
VIETTA, E. P., SOUZA, N.R.Perfil dos cuidadores de idosos na cidade de Passos In: VI ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL e V ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA: o uso e abuso de alcool e drogas, um desafio para todos, 2000, Ribeirão Preto. Anais resumo do VI ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL e V ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA: o uso e abuso de alcool e drogas: um desafio para todos. , 2000.
3.
VIETTA, E. P., KODATO,S, ANTUNES B, J.Representação Social da doença mental em universitários In: 8° INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UNDERGRADUATE RESEARCHergraduate Re, 2000, Ribeirão Preto. Anais do SIICUSP. , 2000. v.1. p.517 - 517
4.
VIETTA, E. P., PEDROSA, L. A.Saúde Mental das mulheres: suas crenças e vivências In: II Reunião Anual de Ciência, 1998, UBERABA. ANAIS da IIa Reunião Anual de Ciência. Uberaba: UNIT- Centro Universitário do Triângulo- Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, 1999. v.1. p.71 - 71
5.
VIETTA, E. P., SOUZA, N.RCompreendendo o Portador do HIV/aids- usuário de drogas segundo o Modelo de Saúde de Rosenstock In: V ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL E IV ENCONTRO DE ESPACIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA, 1998, Ribeirão Preto. Anais do V ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL E IV ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA. Ribeirão Preto: EERP-USP, 1998.
6.
VIETTA, E. P., TAVARES, R. R., DINIZ, S.Crenças e Conceitos Sobre Doença e Doente Mental emitidos pelos próprios doentes: contribuição à percepção de sua auto Imagem In: V ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAUDE MENTAL E IV ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIATRICA, 1998, Ribeirão Preto. Anais do IV ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL E ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA. Ribeirão Preto: , 1998.
7.
VIETTA, E. P., PEDROSA, L. A. K.Saúde Mental dos Enfermeiros: suas crenças e vovências In: V ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL E IV ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA, 1998, Ribeirão Preto. Anais do V ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAÚDE MENTAL E IV ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA. Ribeirão Preto: EERP-USP, 1998.
8.
VIETTA, E. P., SANTA-ROSA, D. O., SILVA-NETO, K.A Percepção do Doente Hospitalizado quanto ao cuidado recebido pelas diversas Categorias de Enfermagem. In: II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENFERMAGEM MEDICO-CIRURGICA, 1997, Coimbra- Portugal. Anais do II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA. COIMBRA-PORTUGAL: , 1997.
9.
ROSA, D. O. S., VIEIRA, M. J., VIETTA, E. P.Aspectos Éticos e Legais da Assistência de Enfermagem no período Peri-Operatório In: II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENFERMAGEM MEDICO-CIRIURGICA, 1997, Coimbra- Portugal. Anais do II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA. COIMBRA - PORTUGAL: , 1997.
10.
VIETTA, E. P.Experience of Psychiatric Care in Brazil: development, actions and trends In: XXXVIII BERZELIUS SYMPOSIUM: Human Rights in Psychiatric Care-an International Perspective, 1997, Stocholm-Sweden. Resums: BERZELIUS SYMPOSIUM: Human Rights in Psychiatric Care- an International Perspective. Stockholm-Suécia: The Swedish Sosiety of Medicine, 1997. v.1. p.12 - 12
11.
VIETTA, E. P., SAEKI, T., SANTA-ROSA, D. O., FERREIRA, L.Halfway House: An Alternative To Rescue The Rights And Citizenship Of The Mentally Ill Person In: BERZELIUS SYMPOSIUM XXXVIII- HUMAN RIGHTS IN PSYCHIATRIC CARE- AN INTERNATIONAL PERSPECTIVE HALFWAY HOUSE: AN ALTERNATIVE TO RESCUE THE RIGHTS AND CITIZENSHIP OF THE MENTALLY ILL PERSON. STOCKHOLM- SUECIA: , 1997.
12.
ROSA, D. O. S., VIETTA, E. P.Intersubjetividade Humana- Subsidios Para A Conpreensao da Enfermagem Atual In: II SEMINARIO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E SAUDE INTERSUBJETIVIDADE HUMANA- SUBSIDIOS PARA A CONPREENSAO DA ENFERMAGEM ATUAL. FLORIANOPOLIS-SC: , 1996.
13.
VIETTA, E. P., ROSA, D. O. S.Intersubjetividade humana-subsídios antropológicos e filosóficos para o exercício da enfermagem In: RESUMOS: II SEMINÁRIOS INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E SAÚDE. Florianópolis-SC: , 1996.
14.
VIETTA, E. P., UEHARA, M., SILVA-NETO, K.Evolucao da Assistencia de Enfermagem Hospitalar Na Decada de 80; Tecnica de Historia Oral In: III SIMPOSIO DE INICIACAO CIENTIFICA EVOLUCAO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM HOSPITALAR NA DECADA DE 80; TECNICA DE HISTORIA ORAL. ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIR: , 1995. p.45 -
15.
VIETTA, E. P., SILVA NETO, K.O Enfermeiro e Demais Categorias de Enfermagem Na Percepcao do Paciente Hospitalizado. In: IV ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAUDE MENTAL; III ENCONTRO DE ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM PSIQUIATRICA. O ENFERMEIRO E DEMAIS CATEGORIAS DE ENFERMAGEM NA PERCEPCAO DO PACIENTE HOSPITALIZADO.. ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIR: , 1995. p.30 -
16.
VIETTA, E. P., UEHARA, M.Representação Social do Aluno de Enfermagem do Sexo Masculino. In: IV ENCONTRO DE PESQUISADORES EM SAUDE MENTAL; III ENCONTRO DE ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM PSIQUIATRICA REPRESENTACAO SOCIAL DO ALUNO DE ENFERMAGEM DO SEXO MASCULINO.. ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIR: , 1995. p.46 -
17.
VIETTA, E. P., BUENO, L. V., FIURILLO, M. R., UEHARA, M.A Utilização da Técnica de Depoimento Pessoal no Resgate da Evolução da Assistência Hospitalar In: II SIMPOSIO DE INICIACAO CIENTIFICA DA EERP-USP A UTILIZACAO DA TECNICA DE DEPOIMENTO PESSOAL NO RESGATE DA EVOLUCAO DA ASSISTENCIA HOSPITALAR. ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIR: , 1994. p.28 -
18.
FIURILLO, M., VIETTA, E. P., UEHARA, M., BUENO, L. V., CARVALHO, I. A. B., PEREIRA, V. A.Confronto Subsidiario da Evolucao da Assistencia de Enfermagem Hospitalar Nas Decadas de 60 e 70. In: 46ª REUNIAO ANUAL DA SBPC Confronto subsidiario da evolucao da assistencia de enfermagem hospitalar nas decadas de 60 e 70.. Universidade Federal do Espiri: , 1994. p.69 -
19.
UEHARA, M., VIETTA, E. P., BUENO, L. V., FIURILLO, M., SILVA-NETO, K. A., BRAGA, E. A. P. S.Evolução da Assistência de Enfermagem Hospitalar na Década de 70; Técnica de História Oral. In: 46 Reuniao Anual da SBPC, 1994 Anais da 46a. Reunião Anual da SBPC. Universidade Federal do Espiri: , 1994. p.68 -
20.
BUENO, L. V., VIETTA, E. P., FIURILLO, M. R., PEREIRA, V. A.Evolução da Assistência de Enfermagem Hospitalar nas Décadas de 50 e 60 através da Técnica do Depoimento Pessoal. In: 46a. Reunião da SBPC, 1994, Vitória -ES. Anais da 46a. Reunião Anual da SBPC. ESPIRITO SANTO- VITORIA: , 1994. p.69 -
21.
VIETTA, E. P.Expressão e Comunicação do aluno na avaliação do procedimento didático utilizado na disciplina: integração do aluno na escola e na profissão In: COLÓQUIO PANAMERICANO DE INVESTIGAÇÃO EN ENFERMERIA, 1994, CHILE. CONCEPCIÓN.
22.
VIETTA, E. P.Tecnica de Complementação de Frases Como Recurso Para Expressao Vivencial do Aluno Em Vespera de Prova. P. 45, Ribeirao Preto In: IV Simpósio Brasileiro de Comunicacão em Enfermagem Tecnica de complementacao de frases como recurso para expressao vivencial do aluno em vespera de prova. Ribeirao Preto: , 1994. p.45 -
23.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.A mediação Semântica no Processo de Categorização Conceitual In: 45a. Reunião Anual da SBPC, 1993, Recife. Anais da 45a. Reunião Anual da SBPC. Recife- Pe: , 1993. p.125 - 125
24.
VIETTA, E. P., DINIZ, S.Buscando Compreender o Ser-Alcoolista sob o Referencial Teorico Existencial de Viktor Frankl In: 45 REUNIAO ANUAL DA SBPC, 1993, Recife- Pe. RESUMOS CIÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA. RECIFE: , 1993. p.123 - 123
25.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V., HECK, A. R., MAGALHAES, M. F.Contribuição ao Estudo da Evolução da Assistência de Enfermagem: aplicação da técnica de depoimento pessoal com enfermeiros da década de 50 In: I° SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 1993, São Paulo. Anais do I° SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. São Paulo: USP, 1993. p.18 - 18
26.
VIETTA, E. P., PEDROSA, L. A. K.Crenças das pessoas portadoras de Hanseníase sobre sua doença. In: 45° CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1993, Recife- Pe. Anais do 45° CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. , 1993. p.41 - 41
27.
VIETTA, E. P., PEDROSA, L. A.Crenças dos Hansenianos sobre formas de transmissão ou contágio da doença: um fator de desinformação In: REUNIÃO ANUAL DE PSICOLOGIA, 1993, Ribeirão Preto. Anais da REUNIÃO ANUAL DE PSICOLOGIA. , 1993. p.393 - 393
28.
VIETTA, E. P., CLARO, M. T.Escala de faces para avaliação da dor em crianças: etapa preliminar In: 45a. CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1993, Recife. Anais do 45a. CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. , 1993. p.41 - 41
29.
VIETTA, E. P.O Sentido de Vida Como Indicador de Saude Mental do Idoso In: 45 REUNIAO ANUAL DA SBPC . RECIFE: , 1993. p.0 - 0
30.
VIETTA, E. P., PEDROSA, L. A.O Termo Hanseniase e Sua Relação com o Comportamento de seu Portador In: XXIII REUNIAO ANUAL DE PSICOLOGIA, 1993, Ribeirão Preto. Anais da REUNIÃO ANUAL DE PSICOLOGIA. RIBEIRAO PRETO: , 1993. p.392 - 392
31.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V., CORRÊA, F.A, BUENO, L. V.Perspectiva Bioética da Enfermagem uma questão de observância de preceitos éticos da profissão: na visão representativa da coordenação de áreas de ensino. In: 45a. Reunião Anual da SBPC, Recife-Pe. Anais- Resumos: CIÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA. Recife-Pe: , 1993. p.129 - 129
32.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V., UEHARA, M., MAGALHAES, M. F.Versão ampliada do estudo sobre a evolução da assistência de enfermagem na Década de 50 In: I SIMPOSIO DE INICIACAO CIENTIFICA Anais Resumos: I° Simpósio de Iniciação Científica. RIBEIRAO PRETO: EERP-USP, 1993. p.47 - 47
33.
VIETTA, E. P., BUENO, L. V., MAGALHAES, M. F., HECK, A. R.A utilização da Técnica de Depoimento Pessoal no Resgate da Assistência Hospitalar In: Reunião Anual de Psicologia-22a, 1992, Ribeirão Preto. Anais da 22a Reunião Anual de Psicologia. , 1992. p.63 - 63
34.
VIETTA, E. P.Abordagem Humanista Existencial Personalista,: referencial Teórico-metodológico e sua aplicação na pesquisa em enfermagem In: ENCONTRO INTERNACIONAL, 1992, São Paulo. Anais do ENCONTRO INTERNACIONAL. , 1992. p.123 - 123
35.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.O processo de categorização: adaptação do Modelo de Giorgi para a investigação conceitual semântica In: ENCONTRO INTERNACIONAL "PESQUISA EM ENFERMAGEM: UMA QUESTÃO DE SAÚDE", 1992, São Paulo. Anais do ENCONTRO INTERNACIONAL "PESQUISA EM ENFERMAGEM: UMA QUESTÃO DE SAÚDE. , 1992. p.121 - 121
36.
VIETTA, E. P., BUENO, J.V, CORRÊA, F.AObservância de Preceitos Éticos dos Profissionais no Atendimento à Saúde In: Reunião Anual de Psicologia-22a, 1992, Ribeirão Preto. Anais da 22a. Reunião Anual de Psicologia. , 1992. p.261 - 261
37.
VIETTA, E. P., MAGALHAES, M. F.Técnica de Depoimento oral: resgate da evolução da Assistência de Enfermagem em Hospital Escola In: Encontro Internacional "Pesquisa em Enfermagem: uma questão de Saúde, 1992, São Paulo. Anais do Encontro Internacional "Pesquisa em Enfermagem: uma questão de Saúde.. São Paulo: Escola de Enfermagem de São Paulo, 1992. p.121 - 121
38.
VIETTA, E. P.Tomada de Depoimento Pessoal de Enfermeiros Hospitalares da Decada de 50:Subsidios Para A Compreensao da Enfermagem Atual In: ENCONTRO INTERNACIONAL " PESQUISA EM ENFERMAGEM" . SAO PAULO: , 1992. p.0 - 0
39.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.Visão do conceito de Saúde em auxiliares de enfermagem In: Reunião Anual da SBPC, 1991, Rio de Janeiro. Anais da Reunião Anual da SBPC-43a.. Rio de Janeiro: , 1991. p.79 - 80
40.
VIETTA, E. P., SANTOS, V.O relaxamento como intervenção de enfermagem In: Seminário de Pesquisa da UFES, 1990, Vitória- ES. Anais do SEMINÁRIO DE PESQUISA DA UFES. Vitória-ES: Ed da UFES., 1990. p.38 - 38
41.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.Identificação de problemas característicos da população de universitários In: 41 REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 1989 RESUMOS CIÊNCIA E CULTURA. , 1989. v.41. p.29 - 29
42.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.Visão conceitual do atendente de Enfermagem sobre saúde In: Reunião Anual da SBPC-41, 1989 RESUMOS-CIÊNCIA E CULTURA. , 1989. v.41. p.28 - 28
43.
VIETTA, E. P., MYASAKA, E., BUENO, S. M. V., ALMEIDA,S.A,Conceitos básicos em Saúde In: 40 REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 1988, São Paulo. RESUMO-CIÊNCIA E CULTURA. , 1988. v.40. p.41 - 41
44.
VIETTA, E. P., CERQUEIRA, L.T.Estudo sobre a aplicabilidade do Marco Conceitual para as ações de Enfermagem Social nas atividades administrativas In: XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1987, Rio de Janeiro. Anais do XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. Salvador- Bahia: ABEn, 1987. v.83. p.69 - 69
45.
VIETTA, E. P., FREITAS, D. M., BUENO, S. M. V.Proposta de estrutura curricular para a formação do enfermeiro generalista In: XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1987, Salvador-Ba. Anais do XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. , 1987. v.174. p.97 - 97
46.
VIETTA, E. P., OLIVEIRA, M. H. P., MORYA,T.M., TAVARES,M.S.G.Reações emocionais dos portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DST), no momento da confirmação de seu disgnóstico In: Anais do XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1987, Rio de Janeiro. Anais do XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. Rio de Janeiro: ABEn, 1987. v.24. p.43 - 43
47.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V., FERREIRA, L.Responsabilidade do professor e do enfermeiro frente à saúde do escolar In: 39-REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 1987, BRASÍLIA-DF. RESUMO CIÊNCIA E CULTURA-SUPLEMENTO. , 1987. v.39. p.25 - 26
48.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V., FREITAS, S. A. D.Tipos de Terapêuticas mais utilixadas em hospitais psiquiátricos: inquérito de vivências de profissionais da área psiquiátrica. In: Reunião Anual da SBPC-39, 1987, Brasília-DF. RESUMOS- CIÊNCIA E CULTURA. Brasília: , 1987. v.39. p.27 - 27
49.
VIETTA, E. P.Elaboração do processo de enfermagem com base no Marco Conceitual para prática de Enfermagem Social In: XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1986, Rio de Janeiro. Anais do XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. Rio de Janeiro: ABEn, 1986. v.179. p.91 - 91
50.
VIETTA, E. P., FREITAS, D.M.V., BUENO, S. M. V.Reflexões Filosóficas e Pedagógicas: contribuição ao estudo da reestruturação dos currículos de enfermagem, centrados na proposta de atenção primária In: XXXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1986, Rio de Janeiro. Anais do XXXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. Rio de Janeiro: , 1986. v.18. p.41 - 41
51.
VIETTA, E. P., BUENO, S. M. V.Sintomas existenciais versus sintomas psicopatológicos: um problema de rotulagem psiquiátrica In: XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1986, Rio de Janeiro. Anais do XXXIIICONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. Rio de Janeiro: ABEn, 1986. v.091. p.64 - 64
52.
VIETTA, E. P., OLIVEIRA de,M.H.P., MORYA,T.M., TAVARES, M.S.G,Reações emocionais dos portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DST), no momento da confirmação de seu disgnóstico In: XXXIIICONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1983, Rio de Janeiro. Anais do XXXIIICONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. , 1983. v.24. p.43 - 43
53.
VIETTA, E. P., PEDUZZI,M,Seguimento de Enfermagem dirigido a pacientes egressos de hospital-dia. In: XXXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1983, São Paulo. Anais do XXXV CONGRESSO DE ENFERMAGEM. São Paulo: , 1983. v.188. p.103 - 103
54.
VIETTA, E. P., OLIVEIRA, M. H. P., D'ANDREA, F. F.Sociodrama com estudantes de Enfermagem de Saúde Pública In: XXXV- CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 1983, São Paulo. Anais do XXXV-CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. São Paulo: , 1983. v.114. p.95 - 95
55.
VIETTA, E. P., D'ANDREA, F. F.Assistência ao adolescente em crise: seguimento de enfermagem versus atendimento psiquiátrico In: 34 REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 1982, Campinas. RESUMO-CIÊNCIA E CULTURA. SUPLEMENTO. , 1982. v.34. p.883 - 883
56.
VIETTA, E. P., D'ANDREA, F. F.Assistência ao adolescente em crise: seguimento de enfermagem versus atendimento psiquiátrico In: 34 REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 1982, Campinas. RESUMO-CIÊNCIA E CULTURA. SUPLEMENTO. , 1982. v.34. p.883 - 883

Artigos em jornal de notícias

1.
VIETTA, E. P.A doença mental e os rótulos psiquiátricos. O ESTADO DE SÃO PAULO. BRASIL-EXTERIOR, p.38 - 38, 1989.
2.
VIETTA, E. P.O Direito dos Pacientes Terminais. O ESTADO DE SÃO PAULO.. BRASIL E EXTERIOR, p.38 - 38, 1988.
3.
VIETTA, E. P.O Hospital Psiquiátrico e a má qualidade da assistência.. O ESTADO DE SÃO PAULO. BRASIL E EXTERIORI, p.49 - 49, 1988.

Artigos em revistas (Magazine)

1.
VIETTA, E. P.Auto-estima: sucessos e fracassos. Evidencia em Revista. Ribeirão Preto, p.61 - 61, 2006.
2.
VIETTA, E. P.Comportamento assertivo. evidencia em revista: é fácil ser voluntário. Ribeirão Preto, p.59 - 59, 2006.
3.
VIETTA, E. P.Oneomania: você sofre deste distúrbio? Cuidado!. Evidência em revista. Ribeirão Preto, p.87 - 87, 2006.
4.
VIETTA, E. P.Timidez:obstáculo ao sucesso pessoal e profissional. Evidência em revista. Ribeirão Preto, p.58 - 58, 2006.
5.
VIETTA, E. P.O que o médico deve saber sobre enfermagem . CULTURA E SAÚDE. São Paulo- Brasil, v.8, p.21 - 22, 1997.

Produção Técnica

Trabalhos Técnicos

1.
VIETTA, E. P.Consultoria junto à Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) PROJETO PEDAGÓGICO INCLUINDO A GRADE CURRUCULAR E O PROJETO DE LABORATÓRIO NECESSÁRIO, 2002
2.
VIETTA, E. P.Consultor "ad hoc" do Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnicológico CNPq, 2000
3.
VIETTA, E. P.Processo seletivo dos Projetos de Pesquisa- Comitê Externo à Escola de Enfermagem da USP, 1998
4.
VIETTA, E. P.Processo seletivo dos Projetos de Pesquisa- Comitê Externo à Escola de Enfermagem da USP, 1998
5.
VIETTA, E. P.Revista de Súde Pública da Faculdade de Saúde Pública da USP., 1998
6.
VIETTA, E. P.Consultor "AD HOC" ´da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, 1997
7.
VIETTA, E. P.Revista Latino Americana de Enfermagem-EERP-USP, 1997
8.
VIETTA, E. P.CAPES- Coordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, 1996
9.
VIETTA, E. P.Revista Semina, 1994
10.
VIETTA, E. P.Assessoria Técnica e orientação para elaboração do Projeto de Implantação do Hemocentro da FMRP-USP, 1992
11.
VIETTA, E. P.Assessoria técnica cnpq, 1989
12.
VIETTA, E. P.Assessoria à Enfermeiras da Unidade Psiquiátrica do HC da FMRP-USP, 1983
13.
VIETTA, E. P.Implantação da Unidade Psiquiátrica do Hospital Geral-HC da FMRP-USP, 1978

Outras produções técnicas

1.
VIETTA, E. P.Primer Congreso Virtual de Psicoanális, 2000. (Outro,Curso de curta duração ministrado)
2.
VIETTA, E. P.Workshop sobre o Questionário Desideratívo- discussão e supervisão de casos clínicos, 2000.
3.
VIETTA, E. P.Workshop sobre o Questionário Desideratívo- discussão e supervisão de casos clínicos, 2001. )
4.
VIETTA, E. P.Ia Semana de Educação, 1999.)
5.
VIETTA, E. P.Visita a KINGSWOOD SCHOOL, 1998. BRISTOL INGLATERRA
6.
VIETTA, E. P.L' INSTITUT DE FORMATION EN SOINS INFERMIERS, Lion – FRANÇA, 1997.
7.
VIETTA, E. P.Visit to UNIT FOR TRANSCULTURAL PSYCHIATRY, SUÉCIA 1997.
8.
VIETTA, E. P.Visita à: PSYCHIATRIC CLÍNIC of KAROLINSKA Hospital e Ersta Hospital, Uppsala - SUÉCIA, 1997.
9.
VIETTA, E. P.Visita a: PSYCHOSOCIAL RESERCH CENTER, SUÉCIA 1997.
10.
VIETTA, E. P.Visita ao CENTRE HOSPITALER SAINT-ANNE, PARIS, 1997.
11.
VIETTA, E. P.Visita ao L'HÔPITAL EDUARD HERRIOT, FRANÇA, 1997.
12.
VIETTA, E. P.Visita ao: SPANISH OUT PATIENT CLINIC, SUÉCIA, 1997.
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Orientações e Supervisões

Orientações e Supervisões concluídas

(Orientações de teses e dissertações coincidentes com informações na base CAPES, a partir do ano de 1996)
Dissertações de mestrado : orientador principal

1.
DULCE DICLAIR HUF. A Assistência Espiritual na Enfermagem na Dimensão Noética à Luz da Anàlise Existencial de Viktor Frankl e sua aplicação prática. 1998. Dissertação (Enfermagem Psiquiátrica) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
2.
NILZEMAR RIBEIRO DE SOUZA. O Comportamento do Portador da Sindrome da Imunodeficiência segundo o Modelo de Crenças e Saúde de Rosenstock. 1998. Dissertação (Enfermagem Psiquiátrica) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
3.
ELIZABETH GONÇALVES FERREIRA ZALESKI. O Sentido da Vida do Portador de Sindrome de Imunodeficiência Adquirida: uma questão de Saúde Mental para as Ações de Enfermagem.. 1996. Dissertação (Enfermagem Psiquiátrica) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
4.
Maria Tereza Claro. Escala de Faces de Avaliação de Dor em Criancas: etapa preliminar. 1993. Dissertação (Pós-graduação em Enfermagem Psiquiátrica) - Universidade de São Paulo
5.
SEBASTIANA APARECIDA DINIZ. Sentido de Vida: base para a compreensão do Ser Alcoolista. 1993. Dissertação (Pós-graduação em Enfermagem Psiquiátrica) - Universidade de São Paulo
6.
IVANHOÉ CALACHE. Sentido de Vida: uma questão de Saúde Mental do Idoso. 1993. Dissertação (Enfermagem Psiquiátrica) - Universidade de São Paulo
7.
LEILA APARECIDA KAUCHAKJE PEDROSA. Crenças das pessoas portadoras de Hanseniase sobre sua doença base para a compreensão de suas ações em saúde. 1992. Dissertação (Enfermagem Psiquiátrica) - Universidade de São Paulo

Teses de doutorado : orientador principal

1.
Nilzemar Ribeiro de Souza. Contribuição da enfermagem à investigação dos benefícios da interação grupal entre portadores de HIV/AIDS em ambulatório. 2003. Tese (Doutorado Interunidades) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Usp
2.
Elizabeth Gonçalves Ferreira Zaleski. A Culpa Existencial do Portador de HIV/aids: pesquisando e compreendendo seu significado. 2001. Tese (Doutorado Interunidades) - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Usp
3.
D. O. SANTA ROSA. A compreensão do significado da Responsabilidade Profissional da enfermeira à luz da Análise existencial de Viktor Franklkl. 1998. Tese (Enfermagem) - Universidade de São Paulo
4.
LEILA APARECIDA PEDROSA. A Saúde das Mulheres- Trabalhadoras- Enfermeiras: O Real e o Vivido. 1998. Tese (Enfermagem) - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
5.
DORA SADIGURSKY. Desinstitucionalização do Doente Mental: expectativas da família. 1997. Tese (Enfermagem) - Universidade de São Paulo
6.
S. M. V. BUENO. Análise de aspectos Semânticos do Binômio Saúde/Doença: uma análise qualiquantitativa. 1993. Tese (Enfermagem Psiquiátrica) - Universidade de São Paulo
7.
VALMIRA DOS SANTOS. Proposta alternativa de Ensino- Aprendizagem para o Auto-Cuidado: contribuição da Enfermagem ao enfrentamento da dor e equalização do estresse. 1990. Tese (Enfermagem) - Universidade de São Paulo
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}

Demais Trabalhos

1.
VIETTA, E. P.Experience Of Psychiatric Care In Brazil: Developement, Actions And Trends., 1997.
2.
VIETTA, E. P.O Que O Medico Deve Saber Sobre Enfermagem, 1997.
3.
VIETTA, E. P., VIETTA, E. P.37 Berzelius Symposium Human Rigghts in Psychiatric Care- An International Perspective, 1997.


Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 29/09/2006 às 23:56:53.
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Psicoterapia e seus benefícios



Os últimos avanços na área da Psicologia e Psicoterapia têm permitido alcançar resultados cada vez melhores e mais significativos. Apesar de ser considerado um tratamento oneroso, a psicoterapia tem se mostrado, na realidade, um procedimento econômico. Pesquisas indicam que a aplicação efetiva da psicoterapia diminui os índices de transtornos mentais, internações hospitalares, idas aos prontos socorros, a auto-medicação e seus malefícios, e consumo indevido de psicotrópicos, outros medicamentos, etc.
Além dos benefícios que traz para a saúde psicológica da pessoa, a psicoterapia melhora a qualidade de vida, favorece a aquisição de autonomia, aumento de auto-estima, dando uma nova orientação em relação à vida das pessoas. A psicoterapia tem se mostrado um tratamento economicamente compensador, por prevenir e tratar problemas psicológicos que, quando não tratados adequadamente, trazem enormes prejuízos pessoais, conjugais, sociais e profissionais, com repercussão na situação econômica e afetiva das pessoas (perdas financeiras, compulsões, divórcios, separação, perda de emprego ou de oportunidade de ascensão no trabalho, etc.).
Em nossa atividade profissional, temos observado que a maioria das pessoas que tem comparecido à clínica, em busca de ajuda psicológica, o faz por vontade própria, outros vêm por insistência ou pressão da família. Os que comparecem por esta última via, geralmente, apresentam maior dificuldade em aderirem ao tratamento, neste caso demoram um pouco mais a se engajarem no processo. É importante dizer que a psicoterapia só funciona a partir do momento em que o cliente desejar ser ajudado e aceitar o tratamento, ou seja, sem engajamento não há terapia. A experiência tem mostrado que as pessoas que procuram ajuda espontaneamente respondem melhor ao tratamento e têm melhor aproveitamento que aquelas que se submeteram às decisões de terceiros. Os que tomaram iniciativa própria, geralmente se deram conta de que algo diferente estava acontecendo com elas, sentiram necessidade de buscarem ajuda e obtiveram grande alívio ao poderem expressar seus sentimentos de forma adequada. Alguns destes sentimentos foram manifestos através da verbalização de insatisfação como forma da pessoa reagir a certos acontecimentos, frustrações com sua situação familiar, dificuldades nos relacionamentos interpessoais, falta de iniciativa ou disposição para realizar atividades cotidianas, posturas habitualmente pessimistas, oscilação de humor, medos irracionais, pânico, timidez, ansiedade, depressão, ciúme, desânimo, entre outros. Ainda, como motivos desta procura foram indicados: a percepção de que o padrão de comportamento utilizado por essas pessoas não lhes proporcionava vida estável e equilibrada, que o jeito habitual de ser, lhes causava problemas e prejuízos consideráveis na vida pessoal, social e profissional, sendo, muitas vezes, impeditivos para o estabelecimento de relacionamentos satisfatórios.
Temos presenciado pessoas que procuram ajuda psicológica por, de repente, se deram conta de que os problemas foram se acumulando ao longo da vida e soluções foram sendo postergadas às expensas do estresse causado, culminando em agravamento de conflitos pessoais, conjugais e profissionais. Algumas pessoas ficaram surpresas em terem permitido que seu estado emocional pudesse chegar a tal nível. Tais pessoas se questionaram como puderam negligenciar sua saúde mental e conviverem com tantos problemas, suportando tantos sofrimentos. Mais surpresas ficaram quando descobriram as conseqüências negativas, que poderiam ter evitado (algumas delas irreversíveis), caso tivessem buscado ajuda apropriada, no momento adequado. As pessoas se mostraram arrependidas por não terem tomado iniciativa antes, tomando consciência do preço que tiveram que pagar por permanecerem em conflitos consigo e com os outros, sobretudo, com os mais próximos e significativos (filhos, pais, cônjuges, etc.). Admitiram o quanto viveram infelizes, derrotadas, amargas, mal-humoradas, quando poderiam ter desfrutado melhor as oportunidades da vida. Pessoas que já poderiam ter alcançado sucesso em sua vida conjugal, familiar, profissional, encontram-se hoje, sem rumo, desorientadas frustradas, sem perspectivas futuras por falta de autoconhecimento e auto-estima. Quantas delas insistem em resolver os problemas por si próprias, sem obterem resultados desejados, se acomodando a eles por medo, orgulho, preconceito, teimosia, ou mesmo, por ignorarem os recursos psicológicos disponíveis. Ainda, assim, muitas resistem recorrerem a esta alternativa, mesmo sabendo ser esta, o recurso efetivo para instrumentá-las a lidarem adequadamente com seus conflitos.

Auto-estima: sucessos e fracassos

A auto-estima é um sentimento essencial à sobrevivência psicológica, no entanto, as exigências do mundo moderno parecem estar tornando tal conquista uma tarefa penosa e difícil de ser atingida. Haja vista suas implicações freqüentemente detectadas nas queixas dos clientes tanto jovens, como adultos e idosos que procuram ajuda psicológica, entre elas: a timidez, a insegurança, a depressão, a dependência afetiva, o ciúme excessivo, etc.
A crise de valores parece ser outra conseqüência desta presença constante, um dos sintomas emocionais freqüentes. Muitos sentimentos de inferioridade podem ser influenciados por valores distorcidos pela mídia, por publicidades apelativas, por apelos ao consumismo, pelo culto ao corpo, por ideologias consumistas.
O mundo moderno supervaloriza o novo, o belo, o perfeito, o forte, os mais jovens, a performance sexual, as proezas atléticas, o poder, as posses materiais, mas não valoriza da mesma forma, o amor, a simpatia, o caráter, a amizade, a alegria, a paz, a fé, a tolerância, a fidelidade, a compreensão, as tradições, a disciplina, os valores morais. Quando falamos de auto-estima estamos referindo-nos ao grau de aceitação de nós mesmos, do grau de estima que adotamos frente ao conceito que fazemos de nós. Nossos sentimentos afetam nossa auto-estima de maneira positiva ou negativa. O sentimento de auto-estima é a percepção valorativa de nosso ser, da importância que temos para as pessoas que nos rodeiam, e desta, depende toda nossa realização pessoal e profissional. É a partir dela que tomamos decisões, fazemos escolhas e nos relacionamos e interagimos com o meio familiar, profissional e social.
Da auto-estima depende nossos sucessos e fracassos, uma vez que vinculada a um conceito positivo de nós mesmos, pode potencializar nossas capacidades e talentos, desenvolver habilidades, aumentar nosso grau de segurança pessoal e nos levar a postura otimista frente a novas conquistas. Isto implica no sentimento de estarmos de bem com a vida, de sermos aceitos e amados pelo que somos. Por outro lado, também é certo que auto-estima em excesso pode se constituir num transtorno para o relacionamento quando a pessoa se torna convencida, arrogante, egoísta, podendo, muitas vezes, ser confundida com a personalidade narcísica.
Estudos recentes, realizados por pesquisadores da Califórnia, afirmam que auto-estima muito elevada pode levar à frustração e até mesmo à delinqüência. Segundo os pesquisadores, a pessoa que não sabe dosar sua auto-estima traz danos a si própria e à sociedade, pois esta atitude pode extrapolar os níveis saudáveis da competitividade e exacerbar a agressividade e a intolerância. O ideal é a ponderação entre os extremos.
A auto-estima negativa faz com que a pessoa não confie em si própria, nem em suas possibilidades, se desvalorizando e se sentindo inferior às outras pessoas. A pessoa com baixa auto-estima está sempre com a sensação de desvantagem, incapacidade, sentimento de que nunca chegará a ter o mesmo rendimento que os outros e acaba se convencendo disso. A autocrítica dura e excessiva, imposta pela baixa auto-estima, imprime estados de insatisfação da pessoa consigo própria, indecisão crônica, medo exagerado do insucesso, e de equivocar-se, ser criticado, humilhado, rejeitado, etc. Esta condição faz com que o indivíduo se retraia e desista de seus intentos.
O autoconceito e a auto-estima, em dose adequada, favorecem o sentido de identidade, constitui marco de referência, já que interpretar a realidade externa e às próprias experiências, influem no rendimento, condiciona as expectativas e a motivação, contribuindo de forma efetiva para o controle emocional e conseqüentemente para o equilíbrio psíquico.
O autoconhecimento é o caminho para auto-realização e o processo que leva à auto-estima. À medida que a pessoa identifica e aceita suas qualidades e defeitos, estará aberta para o conhecimento e reconhecimento de seus sentimentos, desejos e vontades, estará dando um grande passo para o autoconhecimento. Em geral, experiências positivas, e bons relacionamentos ajudam a aumentar a auto-estima, enquanto experiências e relações problemáticas a diminuem.
Seja uma pessoa bem sucedida cuidando de sua saúde emocional.




Profa. Dra. Edna Paciência Vietta
Psicóloga/Psicoterapeuta